Texto escrito pela autora convidada: Bianca Rios
O pesadelo do freelancer e do autônomo: perder a capacidade de trabalhar e depender dos outros. E se eu te disser que o seguro de vida também serve para te ajudar com isso? Desde 2020 (oi, pandemia) tenho meu seguro, mais barato que o delivery, e sei que ele vai me amparar mesmo em caso de invalidez ou doença grave, o que pode acontecer com qualquer um.
A seguir, te conto o que é um seguro de vida, como ele funciona na prática (mesmo), e o que você deve observar no momento de contratar esse tipo de cobertura para pessoas.
O que é seguro de vida?
O seguro de vida é um contrato que garante a você ou à pessoa beneficiária uma indenização em certas situações.
Sim, uma dessas situações é a morte, mas nem sempre.
Por exemplo, sofrer um acidente a caminho da padaria pode trazer consequências graves, como a perda total ou parcial dos movimentos. As doenças cardiovasculares, como o infarto e AVC também podem ser cobertas pelo seguro, caso limitem a sua capacidade de trabalhar, por exemplo.
O seguro de vida é, basicamente, uma reserva de emergência adicional. Torcemos para que ele seja usado só no fim das nossas vidas, mas agradecemos por tê-lo contratado caso algo aconteça antes disso.
E fala sério, se até o seu carro tem seguro, por que não sua vida?
Como o seguro de vida funciona na prática?
Simples: você paga uma quantia todo mês (chamada de prêmio) e, caso alguma das situações previstas no contrato aconteça, a seguradora devolve uma indenização à pessoa beneficiária ou até a você mesmo.
As situações previstas no contrato remetem às coberturas do seguro. Coberturas no sentido do que está coberto, como acidentes graves, incapacidade temporária para trabalhar ou necessidade de internação em ambulatório, por exemplo.
Fato interessante: historicamente, os seguros de vida serviam para manter as pessoas abrigadas caso o provedor da família falecesse (por isso “cobertura”). Ou seja, mesmo com a apólice mais básica, a família do segurado tem um teto sobre sua cabeça após a fatalidade.
Coberturas do seguro de vida
A cobertura básica (e obrigatória) dos seguros de vida, e que todo mundo conhece, é o pagamento da indenização em caso de morte natural ou acidental.
Motivo da vilania de muitas personagens de novelas, essa cobertura hoje ainda é vista como um tabu, mas pode acabar salvando a vida financeira dos seus entes queridos, caso você “vá de base” antes da hora.
Além dos custos funerários, famílias podem ser destruídas financeiramente caso algum dos seus provedores morra.
O seguro que paga seu/s beneficiário/s após a sua morte é o mais tradicional, mas, atualmente, seguradoras como a Oliveira & Lemos podem oferecer coberturas adicionais no seguro de pessoas por um valor acessível. Vou falar sobre algumas das que acho mais importantes a seguir.
Invalidez permanente total ou parcial
Uma das modalidades de cobertura que permite ao segurado receber uma indenização ainda em vida é a cobertura por invalidez permanente.
Ela cobre acidentes sérios e leves e/ou doenças que limitem ou impossibilitem o segurado de manter o seu sustento. A cobertura de invalidez permanente pode se estender para casos de alienação mental ou até mesmo danos em partes específicas do corpo (tudo depende do que tá descrito na apólice).
Diagnóstico de doenças graves
Mais uma cobertura que lhe indenizará ainda em vida é a de diagnóstico de doenças graves.
Sabia que, na última década, houve um aumento de 20% na incidência de câncer mundialmente? E a cobertura de doenças graves pode te amparar durante um momento delicado como esse.
Além do diagnóstico de câncer, ela pode cobrir acidente vascular cerebral, insuficiência renal, infarto do miocárdio, Alzheimer, entre outras doenças graves. Todas ficam detalhadas no contrato, e a Oliveira & Lemos cobre mais de 30 dessas doenças.
Não sei não, mas parece até que o seguro de vida é mais importante que o seguro que você paga pro seu iPhone 16. Talvez? Sei lá.
Diária de Incapacidade Temporária (DIT)
Um dos carros-chefe da Oliveira & Lemos é a DIT, que recomendo para qualquer profissional autônomo ou prestador de serviço.
Com essa cobertura adicional, você recebe uma indenização caso não consiga exercer suas atividades profissionais por mais de duas semanas após um acidente ou diagnóstico de doença. O valor da indenização é calculado a partir da quantidade de dias de afastamento.
Essa é uma cobertura que lembra o auxílio-doença do INSS, só que sem tanta burocracia e com pagamento muito mais próximo da sua necessidade real, já que se baseia no valor da sua diária e do prêmio que você vem pagando, e não no salário mínimo vigente.
Auxílio-funeral
Além daquela indenização que os beneficiários recebem no caso do falecimento do segurado, também é possível incluir (geralmente pelo preço de um cafézinho), uma cobertura que auxilia nas despesas funerárias.
Qual o prazo para receber a indenização?
Segundo a cartilha oficial da Susep, o pagamento dos sinistros (ocorrência da situação coberta) precisa ser feito pela seguradora em até 30 dias.
O órgão responsável por fiscalizar as seguradoras e todo o mercado de seguros brasileiro ressalta que o segurado ou beneficiário precisa cumprir as exigências do contrato para que esse prazo comece a contar. As exigências podem ser desde uma simples certidão de óbito a registros médicos e boletins de ocorrência, a depender da cobertura.
Por que ter um seguro de vida?
Semana passada contei ao meu pai que contratei um seguro de vida. A primeira reação dele foi a desconfiança. Será que meu marido vai me matar pra pegar o dinheiro? Enfim…
Eu trabalho como freela e tenho medo de não conseguir pagar as contas caso aconteça algum acidente. Depois da explicação, meu pai entendeu. Ele achava que era só pra quando eu morrer.
Se você também é freelancer ou até mesmo autônomo ou empresário, o seguro de vida com as coberturas adicionais é tão importante quanto a reserva de emergência.
Uma doença grave pode minar o seu suado dinheirinho em questão de meses, pode aumentar os gastos da sua família e criar ainda mais tristeza em um momento delicado.
Além disso, acidentes são tão imprevisíveis quanto um câncer ou infarto, e podem acabar virando a sua vida de cabeça para baixo, mesmo que você não tenha filhos ou cônjuge.
O que observar antes de contratar um seguro de vida?
Agora que você já entende a importância do seguro de vida e tá pronto ou pronta pra bater o martelo, vou listar o que deve prestar atenção antes de assinar o contrato e pegar a sua apólice:
- Tipo de cobertura.
- Valor do prêmio e indenização.
- Regras de carência.
- Riscos excluídos.
- Critério de atualização de valores.
- Tipos de documentos necessários para o pagamento de cada indenização.
- Licença emitida pela Susep.
Leia cuidadosamente a proposta da seguradora pra entender se ela cobre todas as suas necessidades atuais. O valor da indenização pode ser “pouco” na casa dos R$ 100 mil, ou considerável, de milhões de reais.
Tudo depende do número de pessoas que você quer colocar como beneficiários e do custo de vida atual (seu ou da sua família).
O prêmio vai variar de acordo com o valor dessa indenização e com outros fatores, como sua idade, doenças preexistentes e atividade profissional.
Pra resumir, o seguro de vida não é um bicho de sete cabeças. Da mesma forma que seu carro precisa de proteção nesse Brasilzão, sua vida e sua família também precisam. Pra entender a proposta da Oliveira & Lemos, (juro que é sem compromisso), manda um oi aqui que te respondemos.






